Pedreira Prado Lopes (em construção)

Consolidada com o surgimento de Belo Horizonte, a favela Pedreira Prado Lopes historicamente resiste contra os processos do urbanismo neoliberal.

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BH e o Planejamento Urbano

O planejamento urbano da cidade de Belo Horizonte tem sido, desde a sua fundação, o resultado de redes de poderes/saberes das quais especuladores e empresas da construção civil fazem parte.

Desde então, normas, regulamentos, planos e programas se alternaram formatando ora momentos de maior presença do Estado na construção de Belo Horizonte, ora tentativas de consolidação da cidade como pólo econômico – com participação mais incisiva do capital na formatação das ações do poder público –, ora tentativas de repolitização do espaço urbano – representadas pelo processo de redemocratização a partir dos anos 1980 (PAULA; MONTE-MÓR, 2004).

Foi, contudo, com a regulamentação dos artigos 182 e 183 da Constituição Federal relacionados à Política Urbana pelo Estatuto da Cidade que a disputa entre facetas e interesses distintos frente a produção do espaço urbano se ampliaram devido à criação de instrumentos de política urbana (alguns previstos na Constituição) que favoreceram desenhos de parcerias público-privadas. Como consequência aprofundou-se o modelo conhecido como “cidade empresa”.

Em Belo Horizonte, um exemplo dessa atuação conjunta entre o setor público e o privado é a demarcação de mais de 30% do território da cidade para a realização de Operações Urbanas Consorciadas (OUCs), previstas no Plano Diretor Municipal. Essas operações vêm sendo realizadas no país desde a década de 80, embora tenham sido incorporadas apenas em 2001 no Estatuto da Cidade com o objetivo de alcançar em uma área transformações urbanísticas estruturais, melhorias sociais e a valorização ambiental, muitas vezes, às custas de remoção da população pobre de áreas de interesse do mercado imobiliário, gerando processos de gentrificação. 

[1] exemplo de nota de rodapé

A Pedreira Prado Lopes

O surgimento da favela Pedreira Prado Lopes se confunde com o início da capital Belo Horizontina. Alexandra Nascimento et al (2018) coloca que ocupação dessa comunidade se deu no início do século XX por trabalhadores vindos do interior de Minas e outros estados para a construção da cidade planejada atraídos pela esperança de melhores condições de vida e emprego. Esses novos moradores se fixaram próximo ao seu canteiro de obras – a cidade – e na região onde havia algumas pedreiras de onde retiravam as pedras para a construção do traçado interno à fronteira demarcada pela Avenida do Contorno, evidenciando o plano segregacionista de Araão Reis de uma cidade restrita à elite mineira.

A proximidade com o centro e por estar no corredor entre setores estratégicos da cidade coloca essa favela sob olhares de disputas socio-espaciais desde sua formação. Em 1940 houve a abertura da Avenida Antônio Carlos surge como política de embelezamento e integração entre o centro e a Pampulha segundo Junia Ferrari (2009), e nesse momento a atual Pedreira Prado Lopes era chamada de Favelinha e se fixava no local onde as obras viárias planejavam sua passagem. De acordo com Valéria Borges, antiga moradora da Pedreira, e Mara Marçal Sales (2003), muitas famílias se viram obrigadas a se retirar daquele local em função de incêndios suspeitos e remoções indevidas realizadas pelo setor público. Essa desestruturação da comunidade continou e os incêndios voltarem a ocorrer quando iniciaram as obras do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários (IAPI), em 1944, o que obrigou os moradores a subirem ainda mais o morro e se alocarem na pedreira, região onde atualmente se localiza a favela.

[2] exemplo 2 de nota de rodapé

Uma das primeiras favelas de Belo Horizonte

O conjunto habitacional IAPI tem sua construção baseada nos interesses públicos e privados em realocar a população de baixa renda para áreas distantes da central, dado isso por meio de políticas higienistas baseadas na segregação sócio-econômica.

“(…) a dois passos a cidade se vinham localizando classes de menor capacidade econômica, operários e até mendigos (…). aspectos fundamentais – o econômico, o higiênico e o urbanístico – comparamos as duas soluções possíveis: a primeira seria a de se fazer erguer ali mesmo, um novo bairro em condições satisfatórias; a segunda, promover a aquisição de terrenos fora da cidade, para neles localizar os moradores da Pedreira.” (Relatório do prefeito Juscelino Kubitscheck, 1940, p. 76).

[3] nota de roda pé exemplo

Quais as ações do Grupo Indisciplinar na PPL?

O Grupo de Pesquisa Indisciplinar, dentro do projeto de extensão denominado Cartografias Emergentes, tem como frente de ação o mapeamento da transferência de patrimônio público para o setor privado, no caso da PBH Ativos. Como atividade especifica, está desenvolvendo a cartografia dos terrenos doados juntamente com o levantamento das informações da localização, dos valores venal e de mercado e a diferença entre eles no tange aos imóveis transferidos por meio do cruzamento dessa frente de trabalho com a plataforma do Em Breve Aqui, no Crowdmap.
 
Confiram, abaixo, mapas produzidos por essa copesquisa cartográfica indicando (i) localização dos imóveis e seu valor venal; (ii) localização dos imóveis e seu valor de mercado e (iii) a diferença entre o valor de mercado e valor venal dos imóveis. No link associado aos mapas, consta, ainda, a metodologia que o Grupo utilizou para construção e mapeamento dos dados. 
 
[4] nota de roda pé exemplo

Artigo Revista Indisciplinar

Territórios, Movimentos Populares e Universidade: entrelaçando ensino, pesquisa e extensão na Pedreira Prado Lopes.

Documentário Pedreira Prado Lopes

A partir da pesquisa Territórios Populares/ Indisciplinar Valeria Borges, moradora, liderança da Pedreira Prado Lopes e militante do MTD narra a história de sua comunidade por meio de sua militância

Blog Territórios Populares

Blog da pesquisa Territórios Populares/ Indisciplinar.

Fanpage Ocupação Pátria Livre/ MTD

Ocupação por moradia localizada na Pedreira Prado Lopes.